Categoría: Información celíacos

Códigos E y significado Información celíacos

Códigos E y su Significado

E 100 – E 180 Colorantes

E 200 – E 297 Conservantes

E 300 – E 385 Antioxidantes

E 400 – E 445 Gelificantes, estabilizantes y espesantes

E 450 – E 452 Fosfatos

E 460 – E 466 Celulosas

E 470 – E 495 Ésteres y sales de ácidos grasos

E 500 – E 585 Sales inorgánicas

E 620- E 635 Potenciadores del sabor

E 900 – E 914 Agentes de recubrimiento

E 920 – E 927 Productos para el tratamiento de harinas

E 938 – E 948 Gases

E 950 – E 967 Edulcorantes

Mayores de E 1000

Colorantes

E 100 Curcumina

E 101 Riboflavina

E 101a Riboflavina-5-fosfato

E 102 Tartracina

E 104 Amarillo de quinoleína

E 110 Amarillo anaranjado S, amarillo ocaso FCF

E 120 Cochinilla, ácido carmínico

E 122 Azorrubina

E 123 Amaranto

E 124 Rojo cochinilla A , Ponceau 4R

E 127 Eritrosina

E 128 Rojo 2G

E 129 Rojo Allura AC

E 131 Azul patentado V

E 132 Indigotina , carmín de índigo

E 133 Azul brillante FCF

E 140 Clorofilas

E 141 Complejos cúpricos de clorofilas y clorofilinas

E 142 Verde ácido brillante BS , verde lisamina

E 150a Caramelo natural

E 150b Caramelo de sulfito caústico

E 150c Caramelo amónico

E 150d Caramelo de sulfito amónico

E 151 Negro brillante BN

E 153 Carbón medicinal vegetal

E 154 Marrón FK

E 155 Marrón HT

E 160 a Alfa, beta y gamma caroteno

E 160 b Bixina, norbixina, rocou, annatto

E 160 c Capsantina, capsorubina

E 160 d Licopeno

E 160 e Beta-apo-8′-carotenal

E 160 f Ester etílico del ácido beta-apo-8′-carotenoico

E 161 Xantofilas

E 161 b Luteína

E 161 g Cantaxantina

E 162 Rojo de remolacha, betanina

E 163 Antocianinas

E 170 Carbonato cálcico

E 171 Bióxido de titanio

E 172 Oxidos e hidróxidos de hierro

E 173 Aluminio

E 174 Plata

E 175 Oro

E 180 Litol-rubina BK

Conservantes

E 200 Acido sórbico

E 201 Sorbato sódico

E 202 Sorbato potásico

E 203 Sorbato cálcico

E 210 Acido benzoico

E 211 Benzoato sódico

E 212 Benzoato potásico

E 213 Benzoato cálcico

E 214 Etil parahidroxibenzoato

E 215 Etil parahidroxibenzoato sódico

E 216 Propil parahidroxibenzoato

E 217 Propil parahidroxibenzoato sódico

E 218 Metil parahidroxibenzoato

E 219 Metil parahidroxibenzoato sódico

Sulfitos

E 220 Anhidrido sulfuroso

E 221 Sulfito sódico

E 222 Sulfito ácido de sodio

E 223 Metabisulfito sódico

E 224 Metabisulfito potásico

E 226 Sulfito cálcico

E 227 Sulfito ácido de calcio

E 228 Sulfito ácido de potasio

E 230 Bifenilo

E 231 Ortofenilfenol

E 232 Ortofenilfenato sódico

E 233 Tiabenzol

E 234 Nisina

E 235 Natamicina

E 239 Hexametilen tetramina

240 Formaldehido

E 242 Dimetil dicarbonato

Nitratos y nitritos

E 249 Nitrito potásico

E 250 Nitrito sódico

E 251 Nitrato sódico

E 252 Nitrato potásico

E 260 Acido acético

E 261 Acetato potásico

E 262 i Acetato sódico

E 262 ii Diacetato sódico

E 263 Acetato cálcico

E 270 Acido láctico

E 280 Acido propiónico

E 281 Propionato sódico

E 282 Propionato cálcico

E 283 Propionato pot‡sico

E 284 Acido bórico

E 285 Tetraborato sódico

E 290 Anhídrido carbónico

E 296 Acido málico

E 297 Acido fumárico

Antioxidantes

E 300 Acido ascórbico

E 301 Ascorbato sódico

E 302 Ascorbato cálcico

E 304 i Palmitato de ascorbilo

E 304 ii Estearato de ascorbilo

E 306 Extractos de origen natural ricos en tocoferoles

E 307 Alfa tocoferol

E 308 Gamma tocoferol

E 309 Delta tocoferol

E 310 Galato de propilo

E 311 Galato de octilo

E 312 Galato de dodecilo

E 315 Acido eritorbico

E 316 Eritorbato sodico

E 320 Butilhidroxianisol, BHA

E 321 Butilhidroxitolueno, BHT

E 322 Lecitinas

E 325 Lactato sódico

E 326 Lactato potásico

E 327 Lactato cálcico

E 330 Acido cítrico

E 331 Citratos de sodio

E 332 Citratos de potasio

E 333 Citratos de calcio

E 334 Acido tartárico

E 335 Tartratos de sodio

E 336 Tartratos de potasio

E 337 Tartrato doble de sodio y potasio

E 338 Acido ortofosfórico

E 339 Ortofosfatos de sodio

E 340 Ortofosfatos de potasio

E 341 Ortofosfatos de calcio

E 350 i Malato sódico

E 350 ii Malato ácido de sodio

E 351 Malatos de potasio

E 352 Malatos de calcio

E 352 i Malato cálcico

E 352 ii Malato ácido de calcio

E 353 Acido metatartárico

E 354 Tartrato cálcico

E 355 Acido adípico

E 356 Adipato sódico

E 357 Adipato potásico

E 363 Acido succínico

E-372 c Ester cítrico de los mono y diglicéridos de los ácidos grasos alimentarios

375 Acido nicotínico

E 380 Citrato triamónico

E 385 Etilenodiamino tetracetato cálcico disódico (EDTA CaNa2)

Gelificantes, estabilizantes y espesantes

E 400 Acido algínico

E 401 Alginato sódico

E 402 Alginato potásico

E 403 Alginato amónico

E 404 Alginato cálcico

E 405 Alginato de propilenglicol

E 406 Agar-agar

E 407 Carragenanos

E 410 Goma garrofin

E 412 Goma guar

E 413 Gomna tragacanto

E 414 Goma arábiga

E 415 Goma xantana

E 416 Goma karaya

E 417 Goma Tara

E 418 Goma gellan

E 420 i Sorbitol

E 420 ii Jarabe de sorbitol

E 421 Manitol

E 422 Glicerol

E 432 Monolaurato de sorbitán polioxietilenado, polisorbato 20

E 433 Monooleato de sorbitán polioxietilenado, polisorbato 80

E 434 Monopalmitato de sorbitán polioxietilenado, polisorbato 40

E 435 Monoestearato de sorbitán polioxietilenado, polisorbato 60

E 436 Triestearato de sorbitán polioxietilenado, polisorbato 65

E 440 i Pectina

E 440 ii Pectina amidada

E 442 Fosfatidos de amonio

E 444 Acetato isobutirato de sacarosa

E 445 Esteres gliceridos de colofonia de madera

Fosfatos

E 450 i Difosfato disodico

E 450 ii Difosfato trisódico

E 450 iii Difosfato tetrasódico

E 450 iv Difosfato dipotásico

E 450 v Difosfato tetrapotásico

E 450 vi Difosfato dicalcico

E 450 vii Difosfato ácido de calcio

E 451 i Trifosfato pentasódico

E 451 ii Trifosfato pentapotásico

E 452 i Polifosfato de sodio

E 452 ii Polifosfato de potasio

E 452 iii Polifosfato de sodio y calcio

E 452 iv Polifosfato de calcio

E 460 i Celulosa microcristalina

E 460 ii Celulosa en polvo

E 461 Metilcelulosa

E 463 Hidroxipropilcelulosa

E 464 Hidroxipropilmetilcelulosa

E 465 Metilcelulosa

E 466 Carboximetilcelulosa

E 470 a Sales sódicas, potásicas y cálcicas de los ácidos grasos

E 470 b Sales magnésicas de los ácidos grasos

E 471 Mono y diglicéridos de los ácidos grasos

E 472 a Esteres acéticos de los mono y diglicéridos de los ácidos grasos

E 472 b Esteres lácticos de los mono y diglicéridos de los ácidos grasos

E 472 c Esteres cítricos de los mono y diglicéridos de los ácidos grasos

E 472 d Esteres tartáricos de mono y diglicéridos de los ácidos grasos

E 472 e Esteres monoacetiltartárico y diacetiltartárico de mono y diglicéridos de los

Ácidos grasos

E 472 f Esteres mixtos acéticos y tartáricos de mono y diglicéridos de los ácidos grasos

E 473 Sucroésteres

E 474 Sucroglicéridos

E 475 Esteres poliglicéridos de los ácidos grasos

E 476 Polirricinoleato de poliglicerol

E 477 Esteres de propilenglicol de los ácidos grasos

E 479 b Aceite de soja oxidado por calor y reaccionado con mono y diglicéridos de los

Ácidos grasos alimentarios

E 481 Estearoil-2-lactilato sódico

E 482 Estearoil-2-lactilato cálcico

E 483 Tartrato de estearoilo

E 491 Monoestearato de sorbitano

E 492 Triestearato de sorbitano

E 493 Monolaurato de sorbitano

E 494 Monooleato de sorbitano

E 495 Monopalmitato de sorbitano

E 500 Carbonatos de sodio

E 500 i Carbonato sódico

E 500 ii Carbonato ácido de sodio, bicarbonato sódico

E 500 iii Sesquicarbonato de sodio

E 501 Carbonatos de potasio

E 501 i Carbonato potásico

E 501 ii Carbonato ácido de potasio, bicarbonato potásico

E 503 Carbonatos de amonio

E 503 i Carbonato amónico

E 503 ii Carbonato ácido de amonio, bicarbonato amónico

E 504 Carbonato magnésico

E 507 Acido clorhídrico

E 508 Cloruro potásico

E 509 Cloruro cálcico

E 511 Cloruro magnésico

E 512 Cloruro estannoso

E 513 Acido sulfúrico

E 514 Sulfato sódico

E 515 i Sulfato potásico

E 515 ii Sulfato ácido de potasio

E 516 Sulfato cálcico

E 517 Sulfato amónico

E 520 Sulfato de aluminio

E 521 Sulfato de aluminio y sodio

E 522 Sulfato doble de aluminio y potasio

E 523 Sulfato de aluminio y amonio

E 524 Hidróxido sódico

E 525 Hidroxido potásico

E 526 Hidróxido cálcico

E 527 Hidróxido amónico

E 528 Hidróxido magnésico

E 529 Oxido cálcico

E 530 Oxido magnésico

E 535 Ferrocianuro sódico

E 536 Ferrocianuro potásico

E 538 Ferrocianuro cálcico

E 541 i Fosfato acido de aluminio y sodio

E 551 Oxido de silicio

E 552 Silicato cálcico

E 553 a i Silicato de magnesio sintético

E 553 a ii Trisilicato magnésico

E 553 b Talco

E 554 Silicato de sodio y aluminio

E 555 Silicato de potasio y aluminio

E 556 Silicato de calcio y aluminio

558 Bentonita

E 559 Caolín

E 570 Acidos grasos

E 574 Acido glucónico

E 575 Glucono delta lactona

E 576 Gluconato sódico

E 577 Gluconato potásico

E 578 Gluconato cálcico

E 579 Gluconato ferroso

E 585 Lactato ferroso

Potenciadores del sabor

E 620 Acido L-glutámico

E 621 Glutamato monosódico

E 622 Glutamato monopotásico

E 623 Glutamato cálcico

E 624 Glutamato amónico

E 625 Glutamato magnésico

E 626 Acido guanílico

E 627 Guanilato sódico

E 628 Guanilato potásico

E 629 Guanilato cálcico

E 630 Acido inosínico

E 631 Inosinato sódico

E 632 Inosinato potásico

E 633 Inosinato cálcico

E 635 5′-Ribonucleótidos de calcio

E 635 5′-Ribonucleótidos de sodio

636 Maltol

637 Etilmaltol

E 640 Glicina y su sal sódica

E 900 Dimetilpolisiloxano

Agentes de recubrimiento

E 901 Cera de abejas

E 902 Cera de candelilla

E 903 Cera de carnauba

E 904 Goma laca

905 Aceites minerales, parafinas

906 Goma benjui

907 Cera microcristalina refinada

908 Cera de germen de arroz

E 912 Esteres de ácido montánico

913 Lanolina

E 914 Cera de polietileno oxidada

Productos para tratamiento de harinas (Ninguno de ellos está autorizado en España)

920 L-Cisteína y sus clorhidratos y sales de sodio y potasio

921 L-Cistina y sus clorhidratos, sales de sodio y potasio

922 Persulfato potásico

923 Persulfato amónico

924 Bromuro potásico

925 Cloro

926 Bióxido de cloro

927 Azoformamida

E 927 b Carbamida o urea

Gases

E 938 Argon

E 939 Helio

E 941 Nitrógeno

E 942 Oxido nitroso

E 948 Oxígeno

Edulcorantes

E 950 Acesulfamo K

E 951 Aspartamo

E 952 Ciclamato

E 953 Isomaltosa

E 954 Sacarina

E 957 Taumatina

E 959 Neohesperidina dihidrocalcona

E 965 i Maltitol

E 965 ii Jarabe de maltitol

E 966 Lactitol

E 967 Xilitol

E 999 Extracto de quilaya

E 1105 Lisozima

E 1200 Polidextrosa

E 1201 Polivinil pirrolidona

E 1202 Polivinilpolipirrolidona

Derivados del almidón

E 1404 Almidón oxidado

E 1410 Fosfato de monoalmidón

E 1412 Fosfato de dialmidón

E 1413 Fosfato de dialmidón fosfatado

E 1414 Fosfato de dialmidón acetilado

E 1420 Almidón acetilado

E 1422 Adipato de dialmidón acetilado

E 1440 Hidroxipropil almidón

E 1442 Fosfato de dialmidón hidroxipropilado

E 1450 Octenil succinato sódico de almidón

E 1505 Citrato de trietilo

E 1518 Triacetato de glicerilo

Dieta sin Gluten Información celíacos

Dieta sin Gluten

La Dieta Sin Gluten (DSG) es el único tratamiento eficaz, a día de hoy, para el enfermo celíaco. La DSG supone que en este régimen alimenticio no están incluidos alimentos que pueden contener gluten, ya sea en estado natural como los que por manipulación se les ha incorporado gluten.

Esto, en principio supone incorporar una rutina en la adquisición de productos aptos, la manipulación correcta de los mismos y un almacenaje y distribución que evite la contaminación cruzada. En la práctica no representa una dificultad para el personal de cocina encargado de elaborar este tipo de dietas, aunque existan situaciones que pueden favorecer la ingesta involuntaria de gluten y que deben ser evitadas

Dieta Exenta de Gluten
Normas Generales Básicas
1º.-No debe iniciarse una dieta exenta de gluten sin haber realizado con anterioridad una biopsia intestinal, pero ante todo estar bajo el control de un médico especialista.

 

2º-Una vez diagnosticada la celiaquía, la dieta sin gluten debe seguirse durante toda la vida. La ingestión de pequeñas cantidades de gluten puede producir lesiones que no siempre se acompañan de síntomas externos.

 

3º.- El celíaco no puede tomar trigo, cebada, centeno y avena ni cualquier derivado de estos cereales: harinas, almidones, sémolas, etc.

Los cereales que el celiaco puede tomar porque no contienen gluten son el arroz y el maíz

 

4º.- El celiaco puede tomar todo tipo de productos naturales excepto los cereales descritos, por tanto en su dieta puede estar todo tipo de carnes, pescados, verduras, frutas, legumbres, patatas, azúcares, etc.

 

5º.- Los productos elaborados pueden llevar gluten aunque la materia principal, de forma natural no lleve gluten, pues se le ha podido añadir en espesantes, colorantes, aglutinantes, etc.

La ley de etiquetado obliga a indicar si lleva algún alérgeno ( gluten por ejemplo) pero aparecen lecturas en los etiquetados bastante ambiguas como “puede contener trazas de gluten”

Desde Enero de 2009 tenemos un nuevo reglamento de etiquetado en el que aparecen dos niveles  y que se debe indicar en la etiqueta. Sin gluten es para productos con menos de 20 ppm de gluten y bajo contenido en gluten para menos de 100ppm. Este reglamento ya esta en vigor aunque ahora es voluntario pero apartir del 1 de Enero de 2012 será obligatorio para todas las empresas.

 

6º.-Si al leer los ingredientes encuentra algún termino sin indicar el cereal de procedencia, rechace el producto salvo que se encuentre en la relación de productos permitidos en la ULTIMA EDICIÓN DE LA LISTA DE ALIMENTOS SIN GLUTEN,  que la Federación de Asociaciones de Celiacos edita y que la Asociación de tu provincia te puede proporcionar.

 

7º.- Las bebidas alcohólicas como Cerveza CONTIENEN GLUTEN salvo que sea especifica sin gluten como Estrella Damm sin gluten, por lo que aquellos alimentos que en su elaboración utilicen esta bebidas NO son aptos para celiacos ( Ejemplo: Pulpo Asado).

 

8º- No freír los alimentos para los celiacos en aceite donde previamente se hayan frito alimentos con gluten.

 

9º-Precaución con los productos de importación. Un fabricante puede utilizar distintos ingrediente del mismo producto comercial según lo esté comercializando en un país u otro.

 

10º.-Norma muy importante. ANTE LA DUDA, NO LO CONSUMA.

Medicamentos
Los productos farmacéuticos pueden utilizar gluten, harinas, almidones u otros derivados para la preparación de sus excipientes.

Con fecha 12 de Julio de 1989, de la Dirección General de Farmacia y Productos Sanitarios (BOE núm. 179) existe una Resolución por la que se dan normas para la declaración obligatoria de gluten presente como excipiente, en el material de acondicionamiento de las especialidades farmacéuticas:

o    Las especialidades farmacéuticas de uso humano en las que figure como excipiente gluten, harinas, almidones u otros derivados de los anteriores, que procedan de trigo, triticale, avena, cebada o centeno, deberán indicar en su material de acondicionamiento y en el epígrafe “composición” su presencia cuantitativamente.

o    Los prospectos de las especialidades afectadas deberán incluir la siguiente advertencia, además de las correspondientes a los principios activos que figuren en su composición: “ADVERTENCIA”, este preparado contiene (en cada especialidad se indicará el excipiente correspondiente según el punto 1º). Los enfermos celíacos deben consultar con su médico antes de utilizarlo.

Esta resolución entró en vigor en el año 1991, de modo que los medicamentos fabricados en el año 1992 ya se ajustan a esta norma y mediante la lectura del prospecto puede saberse con certeza si contiene gluten o no.

La Agencia Española del Medicamento, dependiente del Ministerio de Sanidad, ha publicado recientemente una circular (circular 2/2008) con todas aquellas sustancias que pueden utilizarse como excipientes en los medicamentos y que se sabe que pueden provocar algún tipo de alergia o intolerancia. A partir de ahora será obligatorio advertirlo en los prospectos, etiquetado y fichas técnicas de los fármacos que contengan alguna de ellas.

La circular actualiza el listado de excipientes que pueden provocar alguna acción o efecto que constituya un riesgo en determinadas circunstancias o para poblaciones concretas. Para cada uno de esos compuestos, el texto establece la información que debe incluirse en el prospecto y en la ficha técnica del medicamento con el fin de asegurar su correcta administración y uso. La circular fija tanto la información dirigida a los profesionales sanitarios como aquella que debe llegar al paciente o usuario, adaptando su redacción a los respectivos destinatarios.

La lista define y establece, para cada excipiente, tanto el umbral o cantidad de sustancia a partir del cual puede mostrar un efecto adverso como la vía de administración por la que se puede producir dicho efecto. Esta publicación indica que, en los medicamentos debe quedar especificada la presencia de almidón de distintos cereales o gluten, que generan intolerancia a los celíacos, el umbral de esta sustancia queda fijado en 20 ppm.

Celiaquía Silente y Latente Información celíacos

Celiaquía silente y latente.

Actualmente se reconoce que existen muchos sujetos que tienen las perturbaciones propias de la celiaquía y manifiestan asimismo perturbaciones de ciertos tests de laboratorio, mas sin síntomas aparentes de la enfermedad; en estos casos se charla de celiaquía silente, para distinguirla de la celiaquía manifiesta de que hemos hablado ya antes. Es la condición que puede encontrarse en ciertos familiares de enfermos celiacos y asimismo en otros sujetos supuestamente sanos, cuando se hacen exploraciones de “screening”, esto es exámenes fáciles iniciales.

Se reconocen asimismo numerosas situaciones de la llamada celiaquía latente; o sea, que hay algunas perturbaciones inmunológicas habituales, mas sin que se observen todavía daños evidentes en la mucosa ni síntomas propios. Esta es otra condición que puede encontrarse en los familiares de pacientes con celiaquía manifiesta. En estos casos, el daño intestinal o bien otros daños pueden desarrollarse consecutivamente.

Existe otra enfermedad, la dermatitis herpetiforme, también llamada enfermedad celíaca de la piel, una afección cutánea en la que se produce una erupción semejante a las urticarias intensamente pruriginosa.

Las personas con dermatitis herpetiforme presentan, en la mayoría de casos una lesión severa de la mucosa intestinal semejante a las personas con celiaquía, que también responde positivamente a la supresión del gluten de la dieta, por lo que el tratamiento debe ser el mismo que un celíaco.

Celíacos adultos Información celíacos

La Celiaquía en el adulto

Los síntomas que hoy en día se consideran como usuales en la manera del adulto son:

– los síntomas supuestamente extraintestinales, como anemia, osteoporosis, amenorrea;

– los síntomas propios de otras enfermedades inmunológicas, que en ocasiones se asocian a la celiaquía del adulto, como la dermatitis herpetiforme, estomatitis aftosa recurrente, diabetes, tiroiditis, artritis, alergia, escasa producción de anticuerpos, enfermedades del hígado.

Los síntomas del adulto, en consecuencia, pueden ser realmente abundantes y de diferente tipo, por lo que los pacientes acostumbran a asistir a especialistas como dermatólogos, hematólogos, protésicos, endocrinólogos, neurólogos, ginecólogos, reumatólogos, que no siempre y en todo momento tienen conciencia de todos y cada uno de los inconvenientes relacionados con la celiaquía. La menor gravedad de los síntomas intestinales o bien, inclusive, la falta total de exactamente los mismos en muchos pacientes adultos no depende de una menor gravedad de las lesiones que consisten siempre y en toda circunstancia en el achatamiento de los vellos intestinales, sino más bien de una menor extensión de exactamente las mismas en el intestino delgado. En estos pacientes con lesiones menos extensas, los recorridos sanos absorben en la parte final del intestino las substancias nutritivas mal absorbidas en la primera parte. Por tal motivo las manifestaciones clínicas son menos esenciales o bien, aun, llegan a faltar absolutamente.

Celiaquía en Adolescentes Información celíacos

La celiaquía en el pequeño y en el adolescente

La celiaquía se manifiesta primordialmente en los primeros un par de años de vida, por norma general en el segundo semestre, poco tiempo tras cuando se comienza a proveer al pequeño comestibles que poseen gluten (harinas y galletas de trigo, tisanas de cebada, sopas de fideos, etc. Por otro lado, puede iniciar después asimismo, en especial si ha habido un retraso en la suministración de harinas, tal como asimismo en la edad adulta.

La enfermedad tiene manifestaciones aproximadamente graves.

En el pequeño menor de un par de años, los síntomas tradicionales y más habituales, con suma variabilidad de un caso a otro y entre los diferentes instantes de cada caso, son los siguientes:

– Diarrea crónica, con heces rebosantes (por norma general), desechas y blanquecinas, con consistencia de argamasa o bien de polenta;

– Expansión abdominal;

– Pérdida de apetito;

– Vómito;

– Cambios en el comportamiento, con irritabilidad o bien apatía;

– Interrupción del desarrollo o bien pérdida de peso;

– Musculatura delgada y también hipotónica, con escaso panículo subcutáneo o bien falta completa del mismo.

Si el diagnóstico y la cura son tardías, se manifiestan estados carenciales esenciales, con anemia, avitaminosis, falta de proteínas, de grasas, de calcio, de hierro y otros. Por lo general, si éstas manifestaciones se presentan tras los dos ó tres años o bien en la edad adulta, pueden no ser tan peculiaridades y ciertos síntomas pueden aun no presentarse, se charla entonces de formas atípicas de celiaquía. La enfermedad actúa ocultamente complicando el desarrollo y privando al organismo de substancias imprescindibles para su equilibrio y su defensa, preparando de manera lenta el terreno a complicaciones, en ciertos casos, realmente serias que afectan al estado general de salud y acortan la vida.

Abundantes estudios han probado la repercusión de la herencia en la probabilidad de padecer la enfermedad celiaca, con lo que puede darse en más de un miembro de exactamente la misma familia. La enfermedad se ve favorecida en sujetos que heredan ciertas peculiaridades genéticas ligadas a los llamados factores o bien antígenos de histocompatibilidad (HLA). La probabilidad de que otros casos de celiaquía puedan darse en exactamente la misma familia es más o menos del diez por ciento .

Enfermedad celíaca Información celíacos

Aparición de la enfermedad

En el individuo normal, el intestino delgado está cubierto de protuberancias microscópicas, vellosidades, que aumentan mucho la superficie de absorción y dejan un mayor contacto de los comestibles con las células epiteliales de la mucosa intestinal. Estas células tienen la misión de absorber las substancias útiles al organismo para asegurar un desarrollo normal. En el celíaco el gluten provoca un daño a estas vellosidades que aun llega a generar su total desaparición, en especial en la parte superior del intestino, en el yeyuno. El yeyuno está en contacto con la mayor cantidad de gluten introducido en la dieta, y va a ser ahí exactamente donde la acción tóxica del gluten se manifiesta con el aplanamiento de las vellosidades y con la perturbación de las células epiteliales de la superficie.

El daño que se comprueba en la superficie del intestino delgado reduce la capacidad de absorción de los comestibles. Las substancias no absorbidas vienen eliminadas del intestino incrementando el número y el volumen de las evacuaciones que aceptan una consistencia más blanda o bien pastosa.

El diagnóstico adecuado solo se logra tras la biopsia intestinal examinando una muestra minúscula de la mucosa intestinal extraída a través de esta técnica. En general la mucosa se presenta con una serie de múltiples digitaciones, largas y entrecortadas, las vellosidades. En la celiaquía la mucosa es más delgada y faltan totalmente las vellosidades.

En ocasiones, debe sospecharse la enfermedad ante síntomas gastrointestinales inespecíficos, debiendo valorar en estos casos si existe afectación en el estado de alimentación o bien algún género de perturbación humoral o bien funcional.

Pueden aparecer otras formas de la enfermedad en las que el cuadro clínico es poco atractivo y las manifestaciones digestibles están ausentes o bien, incluso cuando están presentes, ocupan un segundo plano (formas monosintomáticas o bien paucisintomáticas). El estreñimiento, socio o bien no a dolor abdominal de tipo cólico, la distensión abdominal o bien la aparición brusca de edemas, por norma general coincidiendo con alguna causa precipitante (infecciosa, quirúrgica, etc. pueden formar formas clínicas de presentación en adolescentes y adultos. El retraso de talla o bien la aparición más tardía de la pubertad en la adolescencia, la amenorrea, la menopausia precoz, el descubrimiento de una osteoporosis severa o bien de capítulos de estomatitis aftosa recurrente asimismo, entre otros muchos, datos evocadores para el médico.

Otra forma apartada de presentación es la anemia ferropénica, debida a la malabsorción de hierro y la megaloblástica por déficit de folatos.

Aparición celiaquismo Información celíacos

Enfermedad celiaca

La celiaquía es un estado patológico complejo, debido a una intolerancia al gluten (más específicamente cara la gliadina) contenido en ciertos cereales: trigo, cebada, centeno y avena. La enfermedad empieza en la niñez y se sostiene aun en la edad adulta.

El gluten es una mezcla de proteínas individuales, clasificada en 2 conjuntos, las Prolaminas y las Glutelinas. El primordial componente del gluten es la prolamina del trigo llamada Gliadina.

Las prolaminas de los diferentes cereales son :

Cereales Tipo de Prolamina  Contenido %
El trigo Gliadina 69%
El centeno Secalinina 30-50%
La avena Avenina 16%
La Cebada Hordeina 46-52%

La intolerancia a la gliadina es permanente y por consiguiente un celíaco debe sostener una dieta sin gluten a lo largo de toda la vida. Solo una dieta libre de gliadina tóxica asegura al enfermo la posibilidad de disfrutar de una buena salud y de medrar por norma general. La gliadina es una substancia de naturaleza proteica y tiene un efecto tóxico para el portador de la enfermedad celíaca.

La acción tóxica de la gliadina consiste en determinar una perturbación anatómica a nivel del intestino delgado, que pierde, por efecto de esta substancia, su estructura velluda y por consiguiente su capacidad de absorción de los comestibles.

No se sabe aun precisamente con qué mecanismos la gliadina genera el daño en la mucosa intestinal de los celíacos. Entre las teorías más contundentes mantiene que en el celíaco sería perturbado el mecanismo con el que el organismo se defiende contra substancias extrañas y en este caso en particular contra la gliadina. Esta substancia tendría en el celíaco un libre acceso a la superficie del intestino, con las coherentes secuelas inmunológicas, de las que deriva la destrucción del epitelio que cubre al propio intestino.

La celiaquía se manifiesta por norma general en la primera niñez, cierto tiempo tras el suministro de comestibles con gluten (harinas, bizcochos de trigo, preparados de centeno, pastas, etc.) frecuentemente en el segundo semestre de vida.